Se conseguíssemos aproveitar toda a energia gerada pelo sol para transformá-la em energia elétrica, a mesma seria 10 mil vezes mais do que suficiente para suprir a necessidade do planeta, é isso mesmo.
Estamos chegando aos 7 bilhões de habitantes e a radiação solar é suficiente para gerar 10 mil vezes a emergia elétrica que todos nós juntos gastaríamos num mesmo espaço de tempo. Esta fone de energia é uma fonte limpa, sustentável e inesgotável.
A energia hidrelétrica também é uma fonte limpa.de energia, e estamos tão acostumados com ela, que quando falamos em energia elétrica, é a primeira que nos vem a cabeça. Para gerá-la utilizamos a água e continuaremos utilizando-a. Mas até quando? Segundo estudos a água vai nos fazer falta um dia, muita falta, se não a nós, aos nossos filhos, netos, bisnetos, enfim às gerações futuras.
O Brasil é um país privilegiado entre outras coisas, em seu clima e geografia. Temos água em abundância e as hidrelétricas são nossa maior fonte geradora de energia elétrica. O mesmo não acontece com o resto do mundo onde faz-se necessária a queima de combustíveis fósseis que aumentam cada vez mais o efeito estufa.
Pensando-se nisto, estuda-se nos dias atuais várias fontes de energias alternativas e renováveis, sendo que a hidrelétrica (aproveitamento do potencial hidráulico dos rios para geração de energia elétrica) já tem a sua tecnologia totalmente dominada. As demais são:
Estamos chegando aos 7 bilhões de habitantes e a radiação solar é suficiente para gerar 10 mil vezes a emergia elétrica que todos nós juntos gastaríamos num mesmo espaço de tempo. Esta fone de energia é uma fonte limpa, sustentável e inesgotável.
A energia hidrelétrica também é uma fonte limpa.de energia, e estamos tão acostumados com ela, que quando falamos em energia elétrica, é a primeira que nos vem a cabeça. Para gerá-la utilizamos a água e continuaremos utilizando-a. Mas até quando? Segundo estudos a água vai nos fazer falta um dia, muita falta, se não a nós, aos nossos filhos, netos, bisnetos, enfim às gerações futuras.
O Brasil é um país privilegiado entre outras coisas, em seu clima e geografia. Temos água em abundância e as hidrelétricas são nossa maior fonte geradora de energia elétrica. O mesmo não acontece com o resto do mundo onde faz-se necessária a queima de combustíveis fósseis que aumentam cada vez mais o efeito estufa.
Pensando-se nisto, estuda-se nos dias atuais várias fontes de energias alternativas e renováveis, sendo que a hidrelétrica (aproveitamento do potencial hidráulico dos rios para geração de energia elétrica) já tem a sua tecnologia totalmente dominada. As demais são:
- solar (aproveitamento da energia proveniente do sol)
- eólica (aproveitamento da energia do ar em movimento (vento))
- marés (aproveitamento da diferença de altura das águas dos oceanos causadas pelas marés)
- ondas (aproveitamento da energia das ondas dos oceanos)
- biomassa (aproveitamento de matéria orgânica de diversas origens)
- geotérmica (aproveitamento do calor das rochas do interior da terra (fontes termais, áreas vulcânicas, entre outras)
Estão em diferentes níveis de desenvolvimento técnico e econômico ao redor do mundo, sendo que alguma já estão disponíveis comercialmente, enquanto outras ainda são apenas experimentais.
O sol é inesgotável e além de nos aquecer, é o responsável por todos os tipos de geração de energia que existe no planeta. è dele que estamos falando, ele é o protagonista deste BLOG, pois é através de sua radiação que temos o efeito fotovoltaico, responsável por esta forma de geração de energia elétrica.
FORMAS COMO SÃO APROVEITADAS A ENERGIA SOLAR
TÉRMICA - Caracteriza-se pela utilização da radiação solar incidente em um corpo sob a forma de calor. Os equipamentos mais difundidos com o objetivo específico de utilizar a energia solar térmica são conhecidos como coletores solares.
FOTOVOLTAICA - Energia obtida através da conversão direta da radiação solar em eletricidade (efeito fotovoltaico. Sistema Fotovoltaico é uma fonte de potência elétrica, na qual as células fotovoltaicas transformam a radiação solar diretamente em energia elétrica.
Os sistemas fotovoltaicos podem ser implantados em qualquer localidade que tenha radiação suficiente. Sistemas fotovoltaicos não utilizam combustíveis, não possuem partes móveis, e por serem dispositivos de estado sólido, requerem menor manutenção. Durante o seu funcionamento não produzem ruído acústico ou eletromagnético, e tampouco emitem gases tóxicos ou outro tipo de poluição ambiental. A confiabilidade dos sistemas fotovoltaicos é tão alta que são utilizados em locais inóspitos como: espaço, desertos, selvas, regiões remotas, etc.
Embora o assunto mereça, não vou adentrar mais, porque ficaria por horas falando, e não é este o meu intuito. Indo ao que interessa e deixando detalhes técnicos para trás, com a radiação do sol podemos gerar além da energia térmica, a energia elétrica em dois sistemas: o CONECTADO e o ISOLADO. Estes sistemas já foram classificados pela ABNT, ver NBR 11704-2008 – Sistemas Fotovoltaicos – Classificação.
SISTEMAS ISOLADOS
Os sistemas isolados para geração de energia solar fotovoltaica são caracterizados por não se conectarem a rede elétrica. O sistema abastece diretamente aparelhos que utilizam energia elétrica e são geralmente construídos com um propósito específico. Esta solução é bastante utilizada em locais remotos, e que dependendo de estudo, é o modo mais econômico e prático de se obter energia elétrica. Exemplos de uso são sistemas de bombeamento de água, irrigação, eletrificação de cercas, geladeiras para armazenamento de vacinas, postes de luz, estações replicadoras de sinal de rádio, etc...
Os sistemas fotovoltaicos podem ser implantados em qualquer localidade que tenha radiação suficiente. Sistemas fotovoltaicos não utilizam combustíveis, não possuem partes móveis, e por serem dispositivos de estado sólido, requerem menor manutenção. Durante o seu funcionamento não produzem ruído acústico ou eletromagnético, e tampouco emitem gases tóxicos ou outro tipo de poluição ambiental. A confiabilidade dos sistemas fotovoltaicos é tão alta que são utilizados em locais inóspitos como: espaço, desertos, selvas, regiões remotas, etc.
Embora o assunto mereça, não vou adentrar mais, porque ficaria por horas falando, e não é este o meu intuito. Indo ao que interessa e deixando detalhes técnicos para trás, com a radiação do sol podemos gerar além da energia térmica, a energia elétrica em dois sistemas: o CONECTADO e o ISOLADO. Estes sistemas já foram classificados pela ABNT, ver NBR 11704-2008 – Sistemas Fotovoltaicos – Classificação.
SISTEMAS ISOLADOS
Os sistemas isolados para geração de energia solar fotovoltaica são caracterizados por não se conectarem a rede elétrica. O sistema abastece diretamente aparelhos que utilizam energia elétrica e são geralmente construídos com um propósito específico. Esta solução é bastante utilizada em locais remotos, e que dependendo de estudo, é o modo mais econômico e prático de se obter energia elétrica. Exemplos de uso são sistemas de bombeamento de água, irrigação, eletrificação de cercas, geladeiras para armazenamento de vacinas, postes de luz, estações replicadoras de sinal de rádio, etc...
- Células de silício que ligadas em série formam os módulos solares
- Módulos fotovoltaicos
- Controlador de carga
- Inversores
Baterias (estacionárias)
SISTEMAS CONECTADOS
São sistemas gerados da mesma forma que os ISOLADOS, só que são incorporados à rede elétrica que abastece a população. Diferentes dos sistemas ISOLADOS que atendem a um propósito específico e local, estes sistemas também são capazes de abastecer a rede elétrica com a energia gerada e que não estiver sendo utilizada. Por enquanto a grande vantagem além da preservação da natureza é a financeira. Com a Resolução Normativa 482/2012 da ANEEL foi criada a COMPENSAÇÃO DE CRÉDITOS, e com a sua primeira revisão a REN 687/2015, muito foi melhorado.
A classificação para micro geração ficou estabelecida em 75kWp e para mini geração acima de 75 kWp até 5 MWp.
Os sistemas conectados são ligados diretamente a rede elétrica pela concessionária que tem a autorização da ANEEL para distribuir energia elétrica em uma determinada região. Não há a necessidade de utilizarem baterias e controladores de carga. Isso os torna 30% mais eficiente que os isolados, e também garante que toda a energia gerada seja utilizada totalmente onde é gerada ou em outro ponto da rede. Sistemas de conexão à rede podem ser utilizados tanto para abastecer uma residência, ou injetados na rede assim como uma usina hidroelétrica ou térmica.
Para casa e empresas estes sistemas também são chamados de sistemas fotovoltaicos de auto-consumo. Se o proprietário do sistema produzir mais energia do que consome, a energia produzida fará com que o medidor "gire ao contrário" (esta forma como foi exposta é para exemplificar tendo em vista que os medidores atuais são digitais). Quando produzir menos do que consome, o medidor girará mais devagar. A concessionária irá instalar um medidor bidirecional que irá contabilizar o fluxo de energia nos dois sentidos.
Do ponto de vista os componentes de um sistema fotovoltaico CONECTADO é composto por painéis fotovoltaicos e inversores. A energia é gerada em corrente contínua e os inversores além de transformar esta corrente em alternada (aquele que é usada tradicionalmente), tem a função de sincronizar o sistema com a rede pública. Nos sistemas conectados à rede elétrica que abastece nossa cidade, quando gerarmos menos energia que consumimos, esta falta será compensada pelo mesma rede, não sendo necessário o uso de baterias.
A concessionária faz o papel de um grande banco de baterias que temos que utilizar em sistemas ISOLADOS, e para isto é cobrado um valor mesmo que não haja consumo, chamado como CUSTO DE DISPONIBILIDADE. Dependendo da classificação da instalação temos os seguintes valores: para sistemas monofásicos - 30 kWh; para os bifásicos - 50 kWh e para os trifásicos, 100 kWh por mês.

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